Coloca açúcar no café? Tenha atenção a esta doença crónica…

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Ingerir bebidas repletas de açúcar, sumos de fruta, refrigerantes, cerveja e até chá eleva o risco de incidência de doença renal, revela um novo estudo norte-americano.

Sendo que os refrigerantes e os sumos de fruta são os principais ‘criminosos’. Os investigadores apuraram que os indivíduos que consomem regularmente estas bebidas têm uma probabilidade 61% maior de padecer de insuficiência renal.

Todavia, as suas pesquisas comprovaram igualmente que consumir cerveja, café e chá também estão associados a um maior risco de virem a sofrer com aquela condição.

Os cientistas ainda não conseguiram explicar ao certo o porquê da cerveja ter um impacto tão nocivo para a saúde e especialmente para os rins.

Mas concluíram que o açúcar presente nas outras bebidas provoca excesso de peso, tensão arterial elevada e resistência à insulina a longo prazo (estando também na origem da diabetes).

Tal significa que o consumo gradual destas bebidas coloca os rins sob stress e acelera a perda das funções vitais daquele órgão, explicaram os especialistas.

Estima-se que em média ocorram anualmente nos países desenvolvidos entre 40 a 45 mil mortes prematuras devido à ocorrência de insuficiência renal crónica.

O estudo conduzido pela Universidade de Johns Hopkins, nos Estados Unidos, examinou os dados provenientes de 3,003 homens e mulheres, e chegou ainda à conclusão que os indivíduos de origem africana estão mais propensos a virem a sofrer de doença renal, comparativamente à população caucasiana.

Os participantes envolvidos no estudo tinham em média 54 anos e ainda não sofriam daquela condição.

Todavia, após seguirem os voluntários durante oito anos, os investigadores constataram que 6% (185) havia desenvolvido doença renal.

O gosto daqueles indivíduos por bebidas com açúcar foi considerado pelos investigadores como sendo o principal elemento condicionante para o aparecimento do problema crónico renal – mesmo tendo em conta outros indicadores, tais como o tabagismo, obesidade, hipertensão, diabetes ou sedentarismo.

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