Mais de 32 mil moçambicanos foram deportados no primeiro semestre

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Um total de 32.226 moçambicanos foi deportado no primeiro semestre do ano em curso, um aumento de 33% em relação ao igual período do ano passado, refere um comunicado do Serviço Nacional de Migração de Moçambique (SENAMI) divulgado hoje.

Segundo a nota, 32.171 cidadãos moçambicanos foram repatriados da África do Sul, 36 do Malaui e 19 do Zimbabué, de janeiro a junho do ano em curso.

“O cidadão deportado, na sua maioria, foi por permanência ilegal naqueles países vizinhos”, refere o SENAMI.

As autoridades alertam todos os cidadãos moçambicanos que o período de permanência em países com os quais a República de Moçambique possui acordos de isenção de vistos é de 30 dias, findos os quais estarão sujeitos à deportação.

A exceção, prossegue o comunicado, é a República da Tanzânia, que acordou com Moçambique um período de permanência de 90 dias de isenção de visto.

“Passado o período de permanência autorizado, o cidadão incorre numa situação de permanência ilegal”, acrescenta a nota de imprensa.

O SENAMI adianta que durante o primeiro semestre do ano em curso foram repatriados 2.775 cidadãos estrangeiros contra 1.873 de igual período do ano anterior, o que representa um aumento na ordem 48% destes casos.

“Este aumento resulta da intensificação das acções de fiscalização pelo SENAMI”, diz o comunicado.

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