Há botijas de gás com quantidade inferior o sua capacidade real

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A Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) confirmou hoje, em Maputo, a   viciação do peso de gás doméstico.

A informação foi tornada pública pelo porta-voz do INAE, Ali Mussa, em conferência de imprensa destinada ao balanço das actividades realizadas durante o mês de Fevereiro.

Ali Mussa disse que, segundo diligências efectuadas pela INAE, concluiu-se que a viciação do peso do gás de cozinha é feita pelas empresas nacionais certificadas para fornecer o produto durante o processo de enchimento das botijas, explicando que a adulteração consiste em não colocar a quantidade de gás correspondente à capacidade da botija.

As manobras de roubo lesam os clientes que acabam comprando uma quantidade inferior em relação à real capacidade das botijas. Por exemplo, verificamos que são subtraídas um, dois, três ou mais quilos de gás, variando em função da capacidade de cada botija.

Mussa garantiu que as brigadas da INAE estão neste momento a trabalhar junto das empresas que se dedicam ao enchimento e venda de gás, nomeadamente, nas cidades de Maputo, Matola, Xai-Xai, Inhambane, Beira e Nampula, no sentido de sensibiliza-las a corrigirem estas anomalias, até certo ponto criminosas.

A fonte disse que durante o mês de Fevereiro a Inspecção fiscalizou um total de 1462 unidades económicas e arrecadou 2 600 000 meticais, resultante da aplicação de multas aos agentes económicos surpreendidos a desenvolverem as suas actividades sem observância das regras estabelecidas.

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