Cinco dicas para evitar o aparecimento de infeções urinárias

Especialistas esclarecem por que as tão temidas infeções urinárias são mais prevalecentes entre as mulheres e cinco dicas para as evitar...

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Em declarações à Globo, o urologista Marcelo Vieira e o ginecologista José Bento explicaram o que se passa afinal no sistema urinário feminino tão propenso a essas infeções.

Segundo os profissionais médicos, é fundamental beber muita água para prevenir o surgimento de inflamações e infeções. A hidratação ajuda a manter o aparelho ativo, com fluxo de urina normal e saudável. A água também é necessária para uma série de processos metabólicos e biológicos do organismo.

Outra dica importantíssima destacada é que as pessoas devem prestar atenção à cor da urina, que deve ser clara. Já que uma tonalidade mais amarelada pode indicar falta de hidratação, alimentação ou decorrência do uso de medicamentos.

A higiene íntima também é imprescindível, principalmente para as mulheres, que têm a vagina e o ânus em locais muito próximos. Uma boa dica é limpar, sempre que possível, o xixi com papel higiénico e o cocó com água ou toalhitas apropriadas para a zona íntima.

Sabonetes íntimos também são úteis, mas devem ser usados na medida certa (até uma vez por dia), porque a vagina tem uma flora bacteriana importantíssima para manter o pH da região e proteger a mulher. Já os pensos higiénico necessitam de ser trocados a cada duas ou três horas.

De qualquer forma, a limpeza precisa ser eficiente, para que as bactérias da vagina e do ânus não entrem no canal da uretra. A bactéria mais comum entre as responsáveis pela infecção é a Escherichia coli, que vive no intestino e pode passar para o trato urinário. Para evitar o contacto desse aparelho com as fezes, devem-se limpá-las sempre de baixo para cima. Um lenço humedecido também pode ser um bom aliado na limpeza íntima feminina.

Sistema urinário

É composto pelos rins, o canal que leva a urina dos rins até a bexiga, bexiga e uretra (canal que conduz a urina da bexiga para fora do corpo).

A bexiga necessita de ter um mínimo de líquido armazenado para que a pessoa consiga fazer xixi. Se for muito pouco, esta não funciona e espera até encher.

Na hora do aperto, a bexiga envia um sinal para o sistema límbico, no cérebro, que incentiva o corpo a resolver o ‘problema’ com urgência.

O ideal é não deixar a bexiga chegar ao volume máximo, já que esta pode pressionar os músculos ao seu redor e provocar uma sensação de incómodo e desconforto extremo. Com o avançar da idade, o assoalho pélvico perde a sustentação e a força, facilitando a ação das bactérias.

Como tal, os especialistas alertam: beba sempre muita água e faça xixi com frequência.

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