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Filhos do PR e amigos fazem doação constituída por bens alimentares e fardos de roupa avaliados em 1600.000,00

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Continuam a chegar apoios às famílias afectadas pelo ciclone Idai. Esta quarta-feira, os filhos do Presidente da República, Jacinto e Florindo Nyusi, e seus amigos, juntaram-se ao movimento de solidariedade e fizeram chegar ao Instituto de Gestão e Calamidades uma doação constituída por bens alimentares e fardos de roupa avaliados em 1600.000,00 (Um milhão e seiscentos mil meticais).

Jacinto Nyusi disse, na ocasião, que Sofala e outras regiões afectadas também fazem parte de Moçambique, pelo que não é possível assistir o sofrimento das famílias sem nada fazer.

Casimiro Abreu, Director-Geral-Adjunto do INGC, agradeceu o gesto de solidariedade e explicou a necessidade de apoio humanitário às mais de 28 mil famílias alojadas em 96 centros de acomodação criados nas provinciais de Sofala, Manica, Zambézia, Tete e Inhambane.

Num breve resumo sobre os danos causados pelo ciclone, o director-adjunto do INGC disse que para além das mais de 28 mil famílias afectadas, há ainda pelo menos 11 mil casas destruídas, 14 mil alunos sem estudar e 274 mil  hectares de culturas diversas  destruídas.

GUIA DE APOIO AS VÍTIMAS DAS CHEIAS & CICLONE IDAI

Juntos por Beira….Passos básicos para organizar uma campanha de solidariedade no seu círculo

Juntos por Beira….Passos básicos para organizar uma campanha de solidariedade no seu círculo

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Juntos por Beira, Vamos todos ajudar as vitimas o Ciclone Idai que do momento se encontram em situação graves e necessitam de nós.

O teu pouco pode sem muito…Leia abaixo como fazer para ajudar as vitimas

1. Junte um grupo de voluntários(comprometidos e interessados em apoiar) para que o trabalho não seja penoso.

2. Antes de fazer a recolha de donativos, certifiquem-se que tem um lugar seguro para armazenar.

3. Certifiquem-se que tem transporte para fazer chegar os donativos as vítimas ou as organizações para onde irão canalizar tudo que for recolhido.

4. Preparem um cartaz com informações importantes( o nome do grupo/associação/movimento, produtos aceitáveis, pontos de recolha e contactos para mais informações).

4.1 Escolham pontos de recolha de fácil acesso como escolas, igrejas etc.
Se trabalha em alguma empresa/Universidade/ministérios ou qualquer outra organização, coloque uma caixa para os interessados depositarem seus donativos. De seguida peça uma boleia, se não tiver transporte pessoal, e faça chegar o que recolheu.

5. Para doadores que não tem como canalizar para a *Comunidade Muçulmana* ou a iniciativa *Unidos por Beira* , podem fazer chegar ao INGC.
Ao canalizar ao INGC, certifiquem-se que preenchem a guia de entrega. Registem bem as quantidades. Façam fotos e publiquem as quantidades recolhidas no vosso círculo.

6. Para chamar atenção sobre a campanha, usem a vossa criatividade. Façam cartazes com caixas ou qualquer outro meio. Aproximem-se aos supermercados e outras empresas. Sensibilizem estudantes e outros grupos ou indivíduos para que se juntem a causa.

7. Usem os meios disponíveis para divulgação: Vídeos curtos, posters, participação em programas de Rádio, TV etc.

8. Nas redes sociais, usem a hastag #CycloneIdai para que as pessoas possam buscar de forma rápida e se informar sobre as diferentes iniciativas que estão a ser levadas a cabo a nível Nacional.

9. Para os que se encontram fora do país e mesmo assim queiram apoiar, por favor usem os números de conta disponibilizadose ajudem as pessoas a conectarem-se a outros grupos de apoio.

Bem, esses são os passos mais básicos para prestarmos a nossa solidariedade pelas províncias afectadas e espero ter contribuído de alguma forma.
Existem várias outras iniciativas que não pude mencionar, mas também podem juntar-se, o importante é fazer alguma coisa.

Não há Sul e muito menos Norte, sem *CENTRO*.
Vamos todos apoiar *Moçambique*.

Cídia Chissungo”

GUIA DE APOIO AS VÍTIMAS DAS CHEIAS & CICLONE IDAI

ONG católica na Beira denuncia actos de criminalidade após ciclone IDAI

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Há registo de actos criminalidade na cidade da Beira, na sequência do caos provocado pelo ciclone IDAI, segundo a Associação Esmabama, uma Organização Não-Governamental (ONG) ligada à Igreja Católica, que opera naquele ponto do país.

O director daquela agremiação, Fabrizio Graglia, deu a conhecer que os ataques a pessoas e a invasão de residências podem estar relacionados a falta de um pouco de tudo na sequência do ciclone IDAI, o que agudiza o desespero de quem já perdeu o que havia conseguido com bastante sacrifício.

“Alguns dos nossos funcionários e estudantes foram feridos, mas até agora ainda não tivemos notícias de mortes entre os nossos”, disse a fonte.

Dados actualizados na noite desta terça-feira, pelo Governo, dão conta de que o número de óbitos, devido ao mau tempo que assolou a tudo e todos na região centro do país, aumentou de 84 para 202, dos quais 141 na em Sofala.

A cidade da Beira, a segunda maior de Moçambique, foi a mais devastada pelos desastres naturais, na última quinta-feira.

Para além de apelar à urgência no apoio às vítimas, Fabrizio Graglia mostrou-se “consternado e destroçado” com as acções de oportunismo e violência neste momento de luto, dor e pesar.

O Executivo já contabilizou pelo menos 23 mil casas e mais de cinco centenas de salas de aula destruídas. Todavia, o número real de danos e a dimensão do impacto decorrentes do desastre estão longe de serem quantificados.

GUIA DE APOIO AS VÍTIMAS DAS CHEIAS & CICLONE IDAI

Encontrados 10 corpos num rio em Manica

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Foram encontrados, esta terça-feira,10 corpos num rio na província de  Manica, totalizando 16 mortos.

As pessoas caíram no rio quando tentavam fazer a travessia.

Os corpos foram encontrados pela polícia lacustre.

Veja tambem

GUIA DE APOIO AS VÍTIMAS DAS CHEIAS & CICLONE IDAI

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” Compatriotas, neste momento, para além dos inúmeros desafios que o país enfrenta, a Zona Centro precisa da nossa especial e urgente atenção.
As dificuldades na comunicação com familiares e amigos continuam a ser de grande preocupação, mas o apelo é que nos concentremos no que está ao nosso alcance fazer. Enquanto esperamos por uma solução urgente, podemos também pensar no pronto apoio as vítimas das cheias e do #CycloneIdai

Já existem algumas iniciativas para as quais podemos direccionar nosso apoio.

Campanha *Unidos por Beira* vai prestar apoio especial a cidade da Beira, a mais afectada pelo #CycloneIdai.
Localização para canalizar donativos: Rua Mateus Sansão Mutemba. Nr. 171- Maputo
Contacto: 849699040
Facebook: Carlos Serra

Outro ponto opcional para entrega de donativos especialmente para Beira:
Sede do GTO (Grupo de teatro do Oprimido)
Localizado no Hulene
Contacto: 848599995

A *comunidade muçulmana* e outras organizações humanitárias pretendem prestar apoio a toda zona Centro(Tete, Zambezia, Manica e Sofala).
Contacto: +258 844590917
Hassan Osman

*Vamos! Levanta Sofala* liderada pelo NEESNEC & AEFUM Gaza pretende dar seu apoio a província de Sofala no geral
Contacto: +258 84 136 0616

A *Associação dos Jovens empreendedores da Manhiça*, pretende igualmente apoiar a Zona Centro no geral. Localização: Centro infantil Picacho, na Vila da Manhiça.
Contacto: +258840223462
Nelson Nhocho

*O QUE DOAR*?
1. Comida/Produtos alimentares (não perecíveis).
Ex: Farinha, Arroz, Óleo, Açúcar, Feijão etc
2. Produtos para tratamento de água(Ex: Certeza etc)
3. Lençóis, mantas, redes mosquiteiras etc
4. Produtos de higiene(sabão, sabonete, etc)
5. Utensílios domésticos( Ex: Copos, chávenas e pratos plasticos, bacias, panelas etc.
E por fim:
Roupa e calçado.

O apoio em valores monetários pode ser feita nos números disponíveis nos Cartazes da *Comunidade muçulmana* e da iniciativa *Unidos Por Beira*

*Números de Conta*

*UNIDOS POR BEIRA*
Titular: Kwe Trading
Banco: Standard Bank
NIB: 0003 0118 0683483100758
IBAN: MZ59
000301180683483100758
Swift: SBICMZMX

*COMUNIDADE MUÇULMANA*(Apoio a toda zona Centro):
BCI: 718480.10.001 Conta Zakat
NIB: 000800000071848010180
Telefone fixo: 21300707

Outros grupos/empresas/associações e singulares interessados em liderar ou mesmo oferecer-se como ponto de recolha de donativos em diferentes pontos do país, podem entrar em contacto com essas iniciativas já existentes ou comigo caso precisem de algum tipo de apoio em ideias e outros contactos.
Estou pronta para interagir:
Whatsap 840436877- Cídia Chissungo

IMPORTANTE:
Estejam atentos a qualquer tentativa de burla ou outro tipo de aproveitamento. Qualquer coisa estranha, denunciem sem piedade. Usem vossas contas das redes sociais para partilhar (Whatsap; Facebook; Twitter etc)

PASSOS BÁSICOS PARA ORGANIZAR UMA CAMPANHA DE SOLIDARIEDADE NO SEU CÍRCULO

1. Junte um grupo de voluntários(comprometidos e interessados em apoiar) para que o trabalho não seja penoso.

2. Antes de fazer a recolha de donativos, certifiquem-se que tem um lugar seguro para armazenar.

3. Certifiquem-se que tem transporte para fazer chegar os donativos as vítimas ou as organizações para onde irão canalizar tudo que for recolhido.

4. Preparem um cartaz com informações importantes( o nome do grupo/associação/movimento, produtos aceitáveis, pontos de recolha e contactos para mais informações).

4.1 Escolham pontos de recolha de fácil acesso como escolas, igrejas etc.
Se trabalha em alguma empresa/Universidade/ministérios ou qualquer outra organização, coloque uma caixa para os interessados depositarem seus donativos. De seguida peça uma boleia, se não tiver transporte pessoal, e faça chegar o que recolheu.

5. Para doadores que não tem como canalizar para a *Comunidade Muçulmana* ou a iniciativa *Unidos por Beira* , podem fazer chegar ao INGC.
Ao canalizar ao INGC, certifiquem-se que preenchem a guia de entrega. Registem bem as quantidades. Façam fotos e publiquem as quantidades recolhidas no vosso círculo.

6. Para chamar atenção sobre a campanha, usem a vossa criatividade. Façam cartazes com caixas ou qualquer outro meio. Aproximem-se aos supermercados e outras empresas. Sensibilizem estudantes e outros grupos ou indivíduos para que se juntem a causa.

7. Usem os meios disponíveis para divulgação: Vídeos curtos, posters, participação em programas de Rádio, TV etc.

8. Nas redes sociais, usem a hastag #CycloneIdai para que as pessoas possam buscar de forma rápida e se informar sobre as diferentes iniciativas que estão a ser levadas a cabo a nível Nacional.

9. Para os que se encontram fora do país e mesmo assim queiram apoiar, por favor usem os números de conta disponibilizadose ajudem as pessoas a conectarem-se a outros grupos de apoio.

Bem, esses são os passos mais básicos para prestarmos a nossa solidariedade pelas províncias afectadas e espero ter contribuído de alguma forma.
Existem várias outras iniciativas que não pude mencionar, mas também podem juntar-se, o importante é fazer alguma coisa.

Não há Sul e muito menos Norte, sem *CENTRO*.
Vamos todos apoiar *Moçambique*.

Cídia Chissungo”

Retirado do facebook da Samira Weng

Subiu para 74 número de mortos vítimas do ciclone Idai

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O número de mortos vítimas do ciclone Idai subiu para 74 nas províncias de Manica e Sofala. Os dados foram actualizados hoje em Maputo na reunião do Conselho Técnico do INGC.

Ainda no encontro, a Directoria-geral do INGC, Augusta Maíta, fez saber que o Governo já disponibilizou cerca de 300 milhões de meticais para assistência às vítimas.

“Até este momento temos criados na província de Sofala 28 centros de acomodação, 18 na cidade da Beira e 10 no distrito de Dondo”, disse Maíta acrescentando que foram afectadas cerca de 8800 famílias.

INGC confirma morte de 19 pessoas vítimas do ciclone

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O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) avança que o ciclone Idai matou 19 pessoas nas províncias de Sofala e Manica.

“Até ontem foram registados nove mortos, três na cidade da Beira, três em Dondo e houve indicação de três mortos na província de Manica”, informou Paulo Tomas do INGC.

As autoridades referem que a falta de comunicação continuam a dificultar recolha de dados no terreno.

“Com a província de Sofala ainda não temos comunicação, temos colegas no terreno a fazer o trabalho de apuração dos danos relacionados com o impacto”, acrescentou.

Ataques a duas mesquitas deixam 49 mortos na Nova Zelândia

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Ataques a tiros simultâneos contra duas mesquitas na cidade de Christchurch, na ilha sul da Nova Zelândia, deixaram 49 mortos e 48 feridos nesta sexta-feira, 15, informou a primeira-ministra Jacinda Ardern.

O comissário da polícia, Mike Bush, em conferência de imprensa, disse que 41 das vítimas mortais morreram na mesquita de Masjid Al Noor e sete morreram no Centro Islâmico de Linwood, uma última morreu após ser transportada para o hospital.

Um dos homens já foi acusado de homicídio e de acordo com Bush trata-se de um homem na casa dos 20 anos que vai ser presente em tribunal ainda hoje.

Mais dois homens e uma mulher foram detidos e a polícia admite que outros criminosos estejam envolvidos e foragidos.

As primeiras indicações apontam que nenhum dos suspeitos sob custódia estava em listas de observação por parte da polícia.

PM diz ser um dos dias sangrentos da história

A primeira-ministra australiana, Jacinda Ardern, definiu o ataque como “um acto de violência sem precedentes na Nova Zelândia” e que esse é “um dos dias mais sombrios e sangrentos da história do país”.

“Esse tipo de violência não tem lugar na Nova Zelândia”, sublinhou.

O primeiro relato de ataque foi na mesquita de Al Noor, na região central da cidade, quando um homem com um espingarda automática invadiu o prédio 10 minutos após o início das orações.

Com uma câmera instalada num capacete, o criminoso conseguiu transmitir o massacre, ao vivo, pelo Facebook.

O vídeo mostra que ele atirou indiscriminadamente contra homens, mulheres e crianças enquanto caminhava.

 

“Break, Break”. O pedido de socorro de piloto em voo que caiu na Etiópia

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O New York Times revelou as palavras de socorro do comandante do Boeing 737 Max da Ethiopian Airlines que se despenhou no passado domingo na Etiópia.

O voo em causa, que partira de Adis Abeba, capital etíope, com destino a Nairóbi, no Quénia, transportava 149 passageiros e oito membros da tripulação. Ao todo, 157 pessoas, de 35 nacionalidades diferentes, perderam a vida.

“Break Break, request back to home”, foram as palavras ouvidas pela torre de controlo. Apenas três minutos após ter descolado, o comandante dava conta de problemas no aparelho e pedia margem para poder regressar ao aeroporto de onde acabara de partir.

Menos de seis minutos após ter descolado, o aparelho perdeu contacto com a torre de controlo.

O jornal nova-iorquino dá conta do momento vivido pelos controladores aéreos, que notaram um tom de pânico na voz do comandante, ao mesmo tempo que no ecrã percebiam que o voo estava a oscilar nos céus, perdendo e recuperando altitude à escala de centenas de pés, um sinal claro de que algo fora do comum estava a acontecer.

No espaço de meses, foi a segunda vez que o recente modelo da Boeing – o Boeing 737 Max 8 – protagonizou um acidente desta escala.

Estes aparelhos da Boeing foram impedidos de voar na Europa ainda antes de ter sido dada ordem para que permanecessem todos em terra, a nível global, enquanto a Boeing procura resolver a questão.

Chineses delapidam impunemente recursos de Moçambique

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Em Moçambique, alguns analistas dizem que o à-vontade com que cidadãos chineses delapidam recursos florestais, faunísticos e pesqueiros é sinal de que eles não actuam sozinhos e têm a protecção de certos responsáveis do Estado.

Vários têm sido os casos reportados pela comunicação social de cidadãos chineses envolvidos na exploração ilegal de recursos florestais, o mais mediático dos quais foi a recente apreensão, no porto de Nacala, de 1.300 contentores de madeira em toro, prestes a ser exportada para a China.

Este é apenas um exemplo, uma vez que um pouco por todo o país, têm havido muitos casos de apreensão de madeira, e, em muitos casos, cortada em locais e períodos onde é proibida a exploração deste recurso.

Dados oficiais indicam que, em certos anos, a China chegou a registar cerca de 99 por cento do total da exportação local da madeira de Moçambique.

Cerca de 93 por cento da madeira exportada para a China foi cortada ilegalmente, o que para alguns ambientalistas, faz com que o sector florestal moçambicano se transforme numa insustentável cena de crime.

Vários são também os casos de chineses envolvidos no tráfico de marfim e de cornos de rinoceronte, sendo que em vários parques e reservas moçambicanos estas espécies correm o risco de extinção por causa desse tráfico internacional.

Observadores dizem que depois do saque nos sectores florestal e de fauna bravia, o “take away chinês” atingiu agora os mares moçambicanos, sendo o caranguejo o produto mais procurado neste momento.

Há 15 dias, cerca de 500 quilogramas de caranguejo vivo, prestes a serem exportados para a China, foram apreendidos pelas autoridades na província de Inhambane, para além de outros 600 quilogramas do mesmo produto, apreendidos no distrito de Mocubela, na Zambézia, apenas para citar alguns exemplos.

O político moçambicano, Raúl Domingos, afirma que “se os chineses e outros asiáticos têm esta capacidade para fazer este contrabando, é porque, internamente, há pessoas que facilitam isso”, explicando que “as pessoas que são detidas, é porque tem havido alguma desconexão”.

“Nós sabemos que há tempos houve acusações sobre altos dirigentes do Governo envolvidos no contrabando da madeira, mas o assunto acabou ficando abafado e já não se ouve falar mais disso”, destacou o líder do Partido para a Paz, Democracia e Desenvolvimento-PDD.

Por seu turno, o analista Sande Carmona, que é também porta-voz do Movimento Democrático de Moçambique considera que os chineses “têm algum apadrinhamento ao nível do Governo central. Portanto, alguém ao nível do Governo central abriu caminho para os chineses poderem fazer o seu trabalho”.

Para o Governo, o “negócio chinês” é facilitado pela corrupção e deficiente fiscalização.

Style Hunter

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